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Os neurocientistas, psicólogos, filósofos,
pedagogos, professores fazem muitos estudos e pesquisas relacionadas
ao cérebro e seus mecanismos relacionados ao aprendizado.
Uma interessante experiência realizada pela Dr. Marian C.
Diamond, neuroanatomista e professora de Biologia da Universidade de
Berkeley na Califórnia, nos mostra de como precisamos dos
mais variados estímulos para que a nossa capacidade
cognitiva (de aprendizado) se desenvolva com muito mais potencial.
Na experiência, a médica colocou dois
ratos em gaiolas distintas, numa deixou o animal em um espaço
vazio, apenas com água e comida, e outro num ambiente com
rampas, rodas, objetos coloridos e que chamavam a atenção,
além de comida e água. Notou-se que o rato da gaiola
“sem estímulos” teve um baixo desenvolvimento enquanto o
da gaiola com os “brinquedos” teve um elevado aumento de células
nervosas. Isso comprova que um estudante que é estimulado
obtém melhores resultados do que um que não é.
Estimule seus estudos
utilizando os seus sentidos. Separe as matérias por
cor. Faça resumos de fórmulas matemáticas em
folhas amarelas, por exemplo, e espalhe pela casa, coloque atrás
das portas, no espelho, na porta da geladeira, na parede do banheiro.
Estude não apenas com livros e apostilas, mas faça uso
de vídeo-aulas, áudio-aulas, questionários e
jogos no computador. Os maiores estímulos que um ser humano
pode receber são através dos olhos e dos sons, mas
somos muito mais visuais do que auditivos.
Para quem tem dificuldades com raciocínio lógico
ou matemática bons estimuladores são os jogos como:
xadrez, dominó, baralho e jogos de tabuleiro em geral. Se o
problemas for com as letras, leia bastante revistas, jornais, gibis,
livros com histórias ilustradas, faça muita
palavra-cruzada e estude sempre com um bom dicionário de
português ao lado. Tenha uma boa alimentação e
beba bastante água para manter uma boa disposição
para seus estudos.
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