Apesar de ainda ser pouco conhecido, o engenheiro de pesca tem
conquistado espaço no setor público e a expectativa é
que o números de vagas aumente.
Uma
notícia muito comemorada foi quando o Presidente Lula, em
julho de 2008 transformou a Secretaria Especial de
Aqüicultura e Pesca (Seap) em Ministério
da Pesca. Com uma extensão imensa de mar e uma quantidade
enorme de rios, a quantidade de pescados produzidos no Brasil poderia
multiplicar muito, e é isto que o Governo está
deslumbrando com a criação deste novo Ministério.
De
acordo com a Seap, o ministério terá um orçamento
maior e um quadro de pessoal próprio. Hoje, o órgão
tem 200 funcionários, a maioria cedidos ou terceirizados. Já
foi autorizada a contratação de 200 técnicos
temporários, assim, o novo ministério terá, pelo
menos, 400 funcionários.
O ministério será
responsável por toda a administração da cadeia
produtiva do pescado, o que representará compartilhar, por
exemplo, a tarefa de ordenar a pesca (definir quantidade por espécie,
época em que a atividade pode ser realizada) com o Ministério
do Meio Ambiente.
O ministro da Aqüicultura
e Pesca, Altemir Gregolin, antecipou que o governo liberará R$
1,750 bilhão para o plano nacional até 2011, montante
cinco vezes superior ao liberado há quatro anos.
Atua no setor
público: Ministério
do Meio Ambiente; Ministério
da Pesca; IBAMA
(Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis);
CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São
Francisco e do Parnaíba); Universidades Federais;
Suas atividades básicas são: o
planejamento e o gerenciamento das atividades pesqueiras voltadas
para a industrialização e para a comercialização
do pescado. Como especialista em aqüicultura, esse profissional
também projeta fazendas marinhas, desenvolvendo técnicas
de criação e reprodução em cativeiros de
peixes, crustáceos e moluscos.