Princípios
Confiabilidade – é a capacidade
de o software manter seu nível de desempenho quando usado nas condições
especificadas. Com eficácia em um nível de qualidade aceitável.
Integridade – assegurar que a
informação não foi alterada durante o processo de transporte da mesma, ou seja,
previne a modificação não autorizada de informações. É a habilidade de se ter
certeza de que a mensagem remetida chegará ao destino sem ser modificada.
Disponibilidade – é a garantia de
que os sistemas estarão disponíveis quando necessário.
Confidenciabilidade – é a
capacidade de controlar quem vê as informações e sob quais condições. Assegurar
que a informação só será acessível por pessoas explicitamente autorizadas,
garantir a identificação e autenticação das partes envolvidas.
Autenticidade – permite realizar
a verificação da identidade de uma pessoa ou agente externo de um sistema.
Atesta com exatidão a origem da informação.
Auditoria – é a possibilidade de
rastrear os diversos passos que o processo realizou ou que uma informação foi
submetida, identificando os participantes, locais e horários de cada etapa.
Exame do histórico dos eventos dentro de um sistema para determinar quando e
onde ocorreu violação de segurança.
Privacidade – capacidade de
controlar quem vê as informações e sob quais condições. Capacidade de um
usuário realizar operações em um sistema sem que seja identificado.
Tipos
de Ataque
Cavalo de Tróia
O cavalo-de-tróia, ou trojan-horse, é um programa disfarçado que executa alguma
tarefa maligna. Um exemplo: o usuário roda um jogo que conseguiu na Internet. O
jogo secretamente instala o cavalo de tróia, que abre uma porta TCP do micro
para invasão. Alguns trojans populares são NetBus, Back Orifice e SubSeven. Há
também cavalos-de-tróias dedicados a roubar senhas e outros dados sigilosos.
Quebra de Senha
O quebrador, ou cracker, de senha é um programa usado pelo hacker para
descobrir uma senha do sistema. O método mais comum consiste em testar
sucessivamente as palavras de um dicionário até encontrar a senha correta.
Denial Of Service (DOS)
Ataque que consiste em sobrecarregar um servidor com uma quantidade excessiva
de solicitações de serviços. Há muitas variantes, como os ataques distribuídos
de negação de serviço (DDoS), que paralisaram sites como CNN, Yahoo! e ZD Net
em fevereiro deste ano. Nessa variante, o agressor invade muitos computadores e
instala neles um software zumbi, como o Tribal Flood Network ou o Trinoo.
Quando recebem a ordem para iniciar o ataque, os zumbis bombardeiam o
servidor-alvo, tirando-o do ar.
Mail Bomb
É a técnica de inundar um computador com mensagens eletrônicas. Em geral, o
agressor usa um script para gerar um fluxo contínuo de mensagens e abarrotar a
caixa postal de alguém. A sobrecarga tende a provocar negação de serviço no
servidor de e-mail.
Phreaking
É o uso indevido de linhas telefônicas, fixas ou celulares. No passado, os
phreakers empregavam gravadores de fita e outros dispositivos para produzir
sinais de controle e enganar o sistema de telefonia. Conforme as companhias
telefônicas foram reforçando a segurança, as técnicas tornaram-se mais
complexas. Hoje, o phreaking é uma atividade elaborada, que poucos hackers
dominam.
Scanners de Portas
Os scanners de portas são programas que buscam portas TCP abertas por onde pode
ser feita uma invasão. Para que a varredura não seja percebida pela vítima,
alguns scanners testam as portas de um computador durante muitos dias, em
horários aleatórios.
Smurf
O Smurf é outro tipo de ataque de negação de serviço. O agressor envia uma
rápida seqüência de solicitações de Ping (um teste para verificar se um
servidor da Internet está acessível) para um endereço de broadcast. Usando
spoofing, o cracker faz com que o servidor de broadcast encaminhe as respostas
não para o seu endereço, mas para o da vítima. Assim, o computador-alvo é
inundado pelo Ping.
Sniffing
O sniffer é um programa ou dispositivo que analisa o tráfego da rede. Sniffers
são úteis para gerenciamento de redes. Mas nas mãos de hackers, permitem roubar
senhas e outras informações sigilosas.
Spoofing
É a técnica de se fazer passar por outro computador da rede para conseguir
acesso a um sistema. Há muitas variantes, como o spoofing de IP. Para
executá-lo, o invasor usa um programa que altera o cabeçalho dos pacotes IP de
modo que pareçam estar vindo de outra máquina.
Scamming
Técnica que visa roubar senhas e números de contas de clientes bancários
enviando um e-mail falso oferecendo um serviço na página do banco.
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